Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.para suavizar sua vida surgir serena e sereno
quinta-feira, 11 de abril de 2013
0 que eu sonho noite e dia, O que me dá poesia E me torna a vida bela, O que num brando roçar Faz meu peito se agitar, E o teu seio, donzela! Oh! quem pintara o cetim Desses limões de marfim, Os leves cerúleos veios Na brancura deslumbrante E o tremido de teus seios? Ouando os vejo, de paixão Sinto pruridos na mão De os apalpar e conter... Sorriste do meu desejo? Loucura! bastava um beijo Para neles se morrer!
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