A mulher exótica: existem vários tipos. Todos eles igualmente irresistíveis. Algumas são apaixonantes porque têm o sotaque meio diferente. Pode ser gaúcha ou argentina. Aquele jeitinho carregado ou errado como ela fala seu nome é tão sensual que você até pensa, realmente, em mudar de nome para se adaptar a ela. Conheci roqueiras radicais que também eram exóticas. Por exemplo, uma loira que só usava preto, do batom as unhas dos pés, passando pelas botas e a minissaia de couro. A única cor nela era uma enorme rosa tatuada, que subia pelas costas e terminava em um lugar que me deixa com saudades só de lembrar. Passaram por minha vida, na verdade, diversas mulheres exóticas, como uma garota viciada em ioga. Ela acordava às 6 da manhã todos os dias para saudar o Sol. Mas eu nunca reclamava, porque aquela técnica toda de ioga era sensacional entre quatro paredes. O que todas elas tinham em comum: pareciam viver em mundos distantes, feitos só para elas. Aonde não conseguimos ir sozinhos. Só nos resta torcer para que nos levem junto
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.para suavizar sua vida surgir serena e sereno
domingo, 7 de outubro de 2012
A mulher exótica: existem vários tipos. Todos eles igualmente irresistíveis. Algumas são apaixonantes porque têm o sotaque meio diferente. Pode ser gaúcha ou argentina. Aquele jeitinho carregado ou errado como ela fala seu nome é tão sensual que você até pensa, realmente, em mudar de nome para se adaptar a ela. Conheci roqueiras radicais que também eram exóticas. Por exemplo, uma loira que só usava preto, do batom as unhas dos pés, passando pelas botas e a minissaia de couro. A única cor nela era uma enorme rosa tatuada, que subia pelas costas e terminava em um lugar que me deixa com saudades só de lembrar. Passaram por minha vida, na verdade, diversas mulheres exóticas, como uma garota viciada em ioga. Ela acordava às 6 da manhã todos os dias para saudar o Sol. Mas eu nunca reclamava, porque aquela técnica toda de ioga era sensacional entre quatro paredes. O que todas elas tinham em comum: pareciam viver em mundos distantes, feitos só para elas. Aonde não conseguimos ir sozinhos. Só nos resta torcer para que nos levem junto
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