sexta-feira, 28 de setembro de 2012


As garotas boazinhas precisam aprender algo que as mulheres poderosas já sabem. As concessões excessivas e a ânsia de agradar diminuem o respeito que o homem tem pela mulher e acabam com a atração que inicialmente os aproximou. Os homens, em geral, não se sentem desafiados quando se vêem diante de uma mulher que não mede sacrifícios para conquistá-los. Elas não oferecem o desafio mental que os homens procuram.
Por outro lado, as mulheres erram ao imaginar que, se tiverem doutorado, se souberem defender suas idéias em uma discussão sobre política internacional ou se entenderem de investimentos, serão naturalmente capazes de oferecer um estímulo mental ao homem.
O desafio mental tem muito mais a ver com a atitude do que com a conversa. Geralmente, a mulher que se faz respeitar e que demonstra não ter medo de viver sozinha constitui um desafio mental muito mais instigante.
A boazinha comete o erro de estar sempre disponível. "Não gosto de joguinhos", explica. Assim, ela permite que seu parceiro veja quanto teme perdê-lo, demonstrando claramente que ele tem total domínio sobre ela. Em geral, é nesse momento que a mulher começa a reclamar: "Ele nunca tem tempo para mim. Ele não é mais tão romântico quanto antes."
A mulher poderosa está disponível algumas vezes, mas outras não. Porém ela é amável o suficiente para levar em consideração as preferências do namorado quanto ao dia em que ele gostaria de vê-la, de forma que ela possa, às vezes, adaptar seus planos aos desejos dele. A conseqüência disso? Um relacionamento em que ninguém domina ninguém.

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